Compartilhe
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterPin on PinterestShare on LinkedIn

economia_criativa_casalNunca se viu na história do ser humano a Terra girar com tamanha velocidade. O ritmo desse admirável mundo novo cria conceitos para atender às necessidades, há um reposicionamento do papel da cultura na estratégia socioeconômica e mesmo à revisão da estrutura econômica, incluindo novos modelos de negócios.

O conceito de Economia Criativa começa a fazer sentido ao focar na criatividade, na sustentabilidade e na inovação. Em 1994, o então primeiro ministro Australiano Paul Keating publicou políticas públicas voltadas para a cultura, em um documento chamado Creative Nation, que já trazia o termo economia criativa. Logo depois, o primeiro ministro britânico Tony Blair incluiu o assunto em sua plataforma de governo, durante sua campanha para o cargo de primeiro ministro. Era um momento de grandes mudanças, de tentar entender um mundo que ia ficando cada vez mais digital, rápido e competitivo (com modelos de celulares mudando a cada ano, por exemplo), além de haver um grande pânico em torno da globalização.

Cada vez fica mais clara a importância de um direcionador criativo, sua contribuição para a economia do país e o papel das tecnologias como aliadas da política cultural. Nesse contexto podemos visualizar que a criatividade pode se revelar uma aliada para sair do lugar comum da competição predatória por participação de mercado em produtos e serviços existentes.

A Casal Design Lovers é uma agência da Economia Criativa para a Economia Criativa. Sua estrutura enxuta se mostra sustentável proporcionando agilidade e melhores custos para clientes médios e pequenos. Criada sob um novo modelo de gestão, tem foco no atendimento feito diretamente pelos sócios que lideram o processo de planejamento, criação e execução dos projetos para os clientes.

escrito por Andrea Pacheco